Valdomiro estava deitado em seu quartinho 2x2, virava-se na cama se estapiando devido a noite estar seca, e cheia de insetinhos voadores, lá pela uma da manhã Valdomiro sentiu um caminhar sobre suas pernas, rapidamente virou-se e deu um tapa no ser que dividia a cama com ele sem autorização.
Quando acendeu luz lá estava ela, muito grande, com suas anteninhas movendo-se frenéticamente, seu casco era marrom, seus olhos esbugalhados, corria desesperada pensando em como salvar sua humilde vidinha de barata.
Mas Valdomiro estava convicto em sua missão, acabar com aquela baratinha nojenta, pegou seu chinelo havaianas de cor azul e jogou na Lucélia com toda força, Lucélia é o nome dado a barata para evitar tanta repetição de barata e barata etc e tal.
Lucélia como uma baratinha samurai correu para baixo da cama, Valdomiro estressado começou a intima-la:
_Vamos seu verme, saia logo daí para acabarmos logo com isso!
Lucélia respirava aflita, maldito cafofo onde resolveu passar a noite, talvez sua última noite vivinha rastejando por aí com sua aparência feia e causadora de tanto nojo.
Valdomiro tirou a cama do lugar obrigando a barata a movimentar-se, quando num piscar de olhos a maldita correu novamente, desta vez para baixo da cômoda. E então num ato de raiva Valdomiro obrigou-se a pegar a vassoura e partir pra agressão fisica, deu vassoradas por todo o cafofo e num golpe fatal esmagou Lucélia vendo a nojentinha agonizar até a morte.
Tranquilamente enrolou seus restos num pedaço de papel higienico e a jogou no lixo, indo dormir satisfeito com sua convicção.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Quem são os Gnomos azuis?
Pergunta complicada, uma vez que Gnomos não existem, porém sei que muita gente acredita em gnomos, algumas pessoas juram que já viram, outras vivem procurando.
Teorias condenam os gnomos como responsaveis pelo sumiço de pequenos objetos, isqueiros, canetas, lápis, cigarros etc.
Uma vez Gerson foi para o campo com amigos para fazer um churrasco, dentre bebidas, sol e muito mato Gerson resolveu colocar seu chapéu , pegar sua espingarda e sair a procura de gnomos, queria atirar num gnomo mas não avistou nenhum naquele dia.
Jorisleide contava que certa vez em um show de Reagge viu muitos gnomos aglomerados correndo em circulos e brincando com seringas descártaveis, coçou os olhos para ver novamente e lá estavam eles correndo, ficou por alguns minutos observando até que sumiram.
Coincidência ou não os dois perfis de Gerson e Jorisleide são diferentes, mas os dois tem certa facilidade em falar sobre gnomos.
Os gnomos azuis são completamente ficticios e me ajudam apenas a sustentar um pouco a idéia deste blog divagar em filosofia para não filósofos, nunca vi gnomos, diferente da Xuxa e do Tihuana, mas sempre que perco alguma coisa fico procurando e pensando se não foi um gnomo que escondeu.
Quem são eu já sei, só não os vi ainda, se é que existem.
PS1: Não acredito em Gnomos.
PS2: Os Gnomos azuis são gremistas.
PS3: Sem PS3
Teorias condenam os gnomos como responsaveis pelo sumiço de pequenos objetos, isqueiros, canetas, lápis, cigarros etc.
Uma vez Gerson foi para o campo com amigos para fazer um churrasco, dentre bebidas, sol e muito mato Gerson resolveu colocar seu chapéu , pegar sua espingarda e sair a procura de gnomos, queria atirar num gnomo mas não avistou nenhum naquele dia.
Jorisleide contava que certa vez em um show de Reagge viu muitos gnomos aglomerados correndo em circulos e brincando com seringas descártaveis, coçou os olhos para ver novamente e lá estavam eles correndo, ficou por alguns minutos observando até que sumiram.
Coincidência ou não os dois perfis de Gerson e Jorisleide são diferentes, mas os dois tem certa facilidade em falar sobre gnomos.
Os gnomos azuis são completamente ficticios e me ajudam apenas a sustentar um pouco a idéia deste blog divagar em filosofia para não filósofos, nunca vi gnomos, diferente da Xuxa e do Tihuana, mas sempre que perco alguma coisa fico procurando e pensando se não foi um gnomo que escondeu.
Quem são eu já sei, só não os vi ainda, se é que existem.
PS1: Não acredito em Gnomos.
PS2: Os Gnomos azuis são gremistas.
PS3: Sem PS3
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
O dia em que José mandou o Super ego embora
Uma vez José estava na escola, seu amigo João chegou e o convidou para fugir da aula e ir beber cerveja. José olhou para João e pediu para que ele falasse baixo, para que a professora Maria não ouvisse, logo disse a João:
_Você está louco? Fugir da escola para bebermos cerveja? Temos apenas 9 anos, crianças não bebem! Meu Deus o que seria de mim se saisse para beber, meus pais me expulsariam de casa, o diretor me expulsaria da escola, meus primos, primas, colegas e tias não olhariam mais na minha cara!!!
ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh céus, oh vida, socorro, credo uaiiiiiiiiii
_Calma José! Não é bem assim, não queria lhe causar tanto aborrecimento, cara tu dramatiza demais as coisas, beber uma cerveja não é o fim do mundo, é legal beber cerveja, o meu pai toma cerveja e o teu também, meu irmão toma cerveja e até a Xuxa toma cerveja! Não faça drama seu doido! E existem cervejas sem álcool também.
Neste momento João reprime o super ego de José e que tanto faz com que ele ache o fim do mundo beber uma cerveja e até pensar que seria abandonado por todos. João ao contrário de José acredita que beber uma cervejinha, cabular aula é algo legal, é proibido, João é o Id em pessoa.
Mas se nesta histórinha temos o Super ego X Id onde está o Ego?
Não muito longe dali estava Lucas que ouvia tudo muito tento e concentrado na aula. José pergunta:
_Lucas o que você acharia se eu cabulasse aula para tomar cerveja?
Lucas olhou para José com a maior arrogância e disse:
Eu venho para a escola para estudar, porque um dia quero ser alguém, não acho errado beber cerveja, porém neste momento não seria apropriado para mim abandonar os estudos para ir tomar uma.
José:
_Mas e ai o que que tu acha?
Lucas:
-Faça o que a tua consciência mandar, se quer ir beber vá, se não quer não fique aqui me amolando com suas neuroses. Ok?
Aí entrou o ego feliz da vida por cumprir o seu papel.
João chamou José denovo, desta vez o amigo preocupado mandou o Super ego embora, olhou para o ego concentrado e seguiu seu Id.
E assim o SUPER EGO SE FOI.
_Você está louco? Fugir da escola para bebermos cerveja? Temos apenas 9 anos, crianças não bebem! Meu Deus o que seria de mim se saisse para beber, meus pais me expulsariam de casa, o diretor me expulsaria da escola, meus primos, primas, colegas e tias não olhariam mais na minha cara!!!
ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh céus, oh vida, socorro, credo uaiiiiiiiiii
_Calma José! Não é bem assim, não queria lhe causar tanto aborrecimento, cara tu dramatiza demais as coisas, beber uma cerveja não é o fim do mundo, é legal beber cerveja, o meu pai toma cerveja e o teu também, meu irmão toma cerveja e até a Xuxa toma cerveja! Não faça drama seu doido! E existem cervejas sem álcool também.
Neste momento João reprime o super ego de José e que tanto faz com que ele ache o fim do mundo beber uma cerveja e até pensar que seria abandonado por todos. João ao contrário de José acredita que beber uma cervejinha, cabular aula é algo legal, é proibido, João é o Id em pessoa.
Mas se nesta histórinha temos o Super ego X Id onde está o Ego?
Não muito longe dali estava Lucas que ouvia tudo muito tento e concentrado na aula. José pergunta:
_Lucas o que você acharia se eu cabulasse aula para tomar cerveja?
Lucas olhou para José com a maior arrogância e disse:
Eu venho para a escola para estudar, porque um dia quero ser alguém, não acho errado beber cerveja, porém neste momento não seria apropriado para mim abandonar os estudos para ir tomar uma.
José:
_Mas e ai o que que tu acha?
Lucas:
-Faça o que a tua consciência mandar, se quer ir beber vá, se não quer não fique aqui me amolando com suas neuroses. Ok?
Aí entrou o ego feliz da vida por cumprir o seu papel.
João chamou José denovo, desta vez o amigo preocupado mandou o Super ego embora, olhou para o ego concentrado e seguiu seu Id.
E assim o SUPER EGO SE FOI.
Do quê você tem medo?
Do escuro? De gato preto? Cavernas, rios, estradas, campos, concreto,
das ruas?Da chuva , do salão de festas, do hall de entrada? Do elevador, do trânsito, dos cães, gatos, ratos, patos.
Do sol, do amor, do horror, da dor, do dia , da manhã, do ônibus, do trem, de ir até o armazém? Do presente? Ou do passado? ou do futuro inexato?
Do que você tem medo? Me diga do que você tem medo?
O que assusta você? Porque assusta você? Quem é você?
Do quê você tem medo?
De injeção ou do ladrão?
De trabalhar ou estudar?
De se divertir ou de nerdear?
O futuro ninguém sabe, o presente a gente sente, o passado é lembrança, o inexato a esperança.
Me diga: Do que você tem medo?
Se ver em câmera lenta o suspense é maior.
Se for dormir o suspense é maior, se mostrar teu medo o desastre é maior.
Do quê você tem medo?
das ruas?Da chuva , do salão de festas, do hall de entrada? Do elevador, do trânsito, dos cães, gatos, ratos, patos.
Do sol, do amor, do horror, da dor, do dia , da manhã, do ônibus, do trem, de ir até o armazém? Do presente? Ou do passado? ou do futuro inexato?
Do que você tem medo? Me diga do que você tem medo?
O que assusta você? Porque assusta você? Quem é você?
Do quê você tem medo?
De injeção ou do ladrão?
De trabalhar ou estudar?
De se divertir ou de nerdear?
O futuro ninguém sabe, o presente a gente sente, o passado é lembrança, o inexato a esperança.
Me diga: Do que você tem medo?
Se ver em câmera lenta o suspense é maior.
Se for dormir o suspense é maior, se mostrar teu medo o desastre é maior.
Do quê você tem medo?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Bem Vindos a terra do nada
Na terra do nada não existe nada, não se tem amigos, não se trabalha, não existem computadores, nem televisores, celulares, nootebooks, ou qualquer espécie de tecnologia.
Na terra do nada comentam sobre um tempo em que o homem explorou todos os seus recursos naturais chegando ao fim de toda tecnologia.
Quando o mundo acabou ninguém se deu conta , que todos estavam robotizados dentro de um sistema , neste sistema muitos trabalhavam demais para conseguir o mínimo do que lhes seria garantido, comida, lar, educação, coisas básicas, muitos também exploravam esses outros muitos que trabalhavam podendo viver bem melhor.
Houve um tempo em que ver mendigos na rua era normal, matar , roubar também eram atitudes comuns em qualquer lugar do globo, o descaso era total a todos os necessitados.
Muito se investia na globalização, o futuro já na terra do nada é passado, acabaram com a água, acabaram com a natureza, não existem mais animais, nem árvores, nem flores, tudo virou concreto, até o sol desapareceu quando uma pequena estrela se chocou trazendo ao mundo a escuridão, no inicio foi dificil adaptar-se mas no meio de tanta tecnologia o sol não fazia mais falta.
Todos preocupavam-se com o seu mundinho virtual, seus passeios virtuais, compras, jogos e tudo através da tela de um computador. O poder encrregou-se de fechar os olhos de todos com seu progresso disfarçado em forma de consumo, sua ousadia era trazer tudo que fosse novo para um bando de gente eufórica que implorava por mais.
Um dia alguém viu que o tempo estava passando rápido demais, ficou anos sem ver seus amigos, e muitos anos também sem ver seus familiares, fez um esforço pra lembrar qual foi a última vez que viu sua mãe, e com dificuldade lembrou-se, faz tempo. Este alguém descobriu que o universo virou uma outra dimensão onde era possível explorar tudo através de toques, o cenário foi ficando mais sóbrio, tudo muito cinza, as cores vivas desapareceram assim como os cachorros e patos.
O som que se ouvia era um grande zunido, como se tudo fosse uma incrivel conexão global que através de tamanha energia sugou a sabedoria de todos aqueles que lá habitaram.
Filosofia não precisa ser compreendida, muitas coisas podem ser ditas sem conexão alguma ao que se quer dizer.
E para uma sequência de absurdos termino hoje dizendo que a terra do nada existe a muito tempo, muitos trabalham duro para que a terra do nada fique perfeita, e nós vemos tudo a francesa sem sequer fazer nada, dizer nada,simplesmente foi-se o tempo em que tinhamos ideologia.
A terra virtual é a fase em que vivemos, se não mudarem isso já não estaremos aqui para presencear a profética Terra do nada.
Na terra do nada comentam sobre um tempo em que o homem explorou todos os seus recursos naturais chegando ao fim de toda tecnologia.
Quando o mundo acabou ninguém se deu conta , que todos estavam robotizados dentro de um sistema , neste sistema muitos trabalhavam demais para conseguir o mínimo do que lhes seria garantido, comida, lar, educação, coisas básicas, muitos também exploravam esses outros muitos que trabalhavam podendo viver bem melhor.
Houve um tempo em que ver mendigos na rua era normal, matar , roubar também eram atitudes comuns em qualquer lugar do globo, o descaso era total a todos os necessitados.
Muito se investia na globalização, o futuro já na terra do nada é passado, acabaram com a água, acabaram com a natureza, não existem mais animais, nem árvores, nem flores, tudo virou concreto, até o sol desapareceu quando uma pequena estrela se chocou trazendo ao mundo a escuridão, no inicio foi dificil adaptar-se mas no meio de tanta tecnologia o sol não fazia mais falta.
Todos preocupavam-se com o seu mundinho virtual, seus passeios virtuais, compras, jogos e tudo através da tela de um computador. O poder encrregou-se de fechar os olhos de todos com seu progresso disfarçado em forma de consumo, sua ousadia era trazer tudo que fosse novo para um bando de gente eufórica que implorava por mais.
Um dia alguém viu que o tempo estava passando rápido demais, ficou anos sem ver seus amigos, e muitos anos também sem ver seus familiares, fez um esforço pra lembrar qual foi a última vez que viu sua mãe, e com dificuldade lembrou-se, faz tempo. Este alguém descobriu que o universo virou uma outra dimensão onde era possível explorar tudo através de toques, o cenário foi ficando mais sóbrio, tudo muito cinza, as cores vivas desapareceram assim como os cachorros e patos.
O som que se ouvia era um grande zunido, como se tudo fosse uma incrivel conexão global que através de tamanha energia sugou a sabedoria de todos aqueles que lá habitaram.
Filosofia não precisa ser compreendida, muitas coisas podem ser ditas sem conexão alguma ao que se quer dizer.
E para uma sequência de absurdos termino hoje dizendo que a terra do nada existe a muito tempo, muitos trabalham duro para que a terra do nada fique perfeita, e nós vemos tudo a francesa sem sequer fazer nada, dizer nada,simplesmente foi-se o tempo em que tinhamos ideologia.
A terra virtual é a fase em que vivemos, se não mudarem isso já não estaremos aqui para presencear a profética Terra do nada.
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